O presidente da Faculdade de Medicina (OMC), Juan Jose Rodriguez Sendin, estima que a venda da pílula do dia seguinte sem receita médica tira dos médicos “a oportunidade de continuar a acompanhar uma população com o sexo inseguro” para que possam lhe dar “dicas” para evitar o uso desta droga de uma forma mais contínua.

De acordo com Rodriguez Sendin, é uma decisão que “se encaixa em razões mais políticas do que de saúde” e adverte que, até agora “para melhor ou para pior” foi registrado que cada vez que uma mulher pede esta droga sem receita, deixa de ser informada sobre as contra-indicações e a necessidade de utilizar um método contraceptivo para evitar também doenças sexualmente transmissíveis.

Na verdade, a solução da OMC foi se assegurar de que todas as comunidades autônomas distribuam gratuitamente no seu centro de saúde porque, a partir disso, dependendo da região, alguns vão ter que pagar e outros não, disse seu presidente em uma reunião com a mídia.

Da mesma forma, quando dispensado de controle médico “qualquer mulher pode comprar na farmácia”, e ainda, se perde também o controle do seu uso por menores de idade.

Além disso, Rodriguez Sendin confia que os farmacêuticos iram ser contactados para unificar ao conselho que vai facilitar a apontar as candidatas desta pílula, além de ressaltarem a importância da educação sexual pelo médico, e que, pelo menos será dado um folheto com informações, disse ele em comentários durante o informativo.