Este tipo de dor de cabeça conhecida como enxaqueca começa geralmente antes dos 30 anos e a pessoa que sofre tem que viver com ela por boa parte de sua vida.

A enxaqueca é uma doença crônica. Portanto, não há tratamento definitivo para curar a enxaqueca, mas existe tratamento para controlar com sucesso, e poder levar uma vida normal.

A frequência da crise é muito variável. Ocorrem frequentemente de um a quatro episódios em um mês e sua duração também é relativa, de 4 a 72 horas caso não seja realizado nenhum tratamento.

Para tratar a enxaqueca podemos falar de dois tipos de tratamento: sintomáticos (que se realiza quando aparece à dor de cabeça) e preventivo (indicado para casos de enxaqueca complicada, ou seja, quando ocorrem mais de três crises mensais).

No tratamento sintomático devem ser mencionadas:

  • Analgésicos ou calmantes (aspirina ou paracetamol). Não é o método mais utilizado já que sua eficácia é baixa. Eles também podem causar dor de cabeça cronica, de modo que pode causar dor de cabeça diariamente.
  • Anti-inflamatórios (diclofenaco ou naproxeno). Eles são mais comumente usados quando as crises são intensas. Entre os seus efeitos secundários, podem causar problemas no estômago (gastrite e úlceras).
  • Ergóticos. Eles são amplamente utilizados em combinação com analgésicos simples. Não devem ser usados sem recomendação médica, pois podem causar fraqueza, câimbras, formigamento, ou dor de cabeça crônica diária.
  • Triptanos. É a droga mais específica para tratar a enxaqueca, é aplicada em episódios de crise intensa.

No que diz respeito ao tratamento preventivo são utilizadas drogas dos seguintes grupos: betabloqueadores, os bloqueadores dos canais de cálcio, ou agentes que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona.

Em qualquer caso, você só tem que tomar o medicamento recomendado pelo médico e nunca se automedicar.