É um medicamento cuja utilização é prescrita em determinadas situações. Tal como acontece com todos os fármacos, é importante evitar a automedicação e sempre procurar um médico para avaliar o que nos acontece e em que casos são necessários tomar este medicamento.

O Que é Azitromicina?

Pertence ao grupo de medicamentos chamados “antibióticos”, utilizados para tratar infecções bacterianas. Entre os seus componentes está à sacarose, o sódio, o amido de trigo e a glucose. O que significa tudo isso? Pois bem, não é adequada para todos os pacientes. Por exemplo, aqueles que apresentam intolerância à frutose, má absorção de glucose ou de lactose ou insuficiência de sacarase não deveriam optar por ele. Tampouco pacientes com diabetes nem aqueles que seguem uma dieta pobre em sódio (por seu teor desta substância química) nem aqueles com alergia a trigo.

Este antibiótico de uso sistemático funciona da seguinte maneira: a ação consiste em inibir a síntese de proteínas bacterianas. É administrado por via oral para ser distribuído de maneira mais rápida e fácil por todo organismo.

Tratamentos Nos Quais se Prescreve Azitromicina

Este antibiótico é administrado de acordo com o caso. Os profissionais médicos salientam que, como regra geral, é recomendado para as seguintes situações:

  • Pessoas que sofrem de sinusite bacteriana aguda.
  • Casos de otite bacteriana aguda.
  • Pacientes que sofrem de faringite e amigdalite, entre outros.
  • Afetados por bronquite crônica, nos casos em que ocorre um importante surto da doença.
  • Paciente de pneumonia.
    Quando se produzem infecções da pele e dos tecidos moles de certa importância.
  • Uretrite e cervicite.

Como você pode ver, aconselha-se tomar este antibiótico quando ocorrem infecções pulmonares ou dos seios paranasais tanto garganta como ouvidos ou as amígdalas. Também nos casos de inflamação na bexiga (na uretra) ou na vagina (colo do útero). Em ambos os casos é preciso procurar um profissional de saúde para que possa realizar um estudo detalhado do estado de saúde da pessoa e, com base nisso, realizar uma prescrição de antibióticos para acabar com o problema. A duração do tratamento dependerá da avaliação feita pelo médico, com dosagem diferente de acordo com o peso da pessoa, idade e se são crianças ou adultos.

Leia também: “Azitromicina (Oral/Injetável): O Que é, Precauções, Efeitos Colaterais Azitromicina“.

Contraindicações da Azitromicina:

Antes de começar a tomar este produto, é importante ler o documento que o acompanha. Há advertências que é preciso conhecer antes de começar a tomá-lo. Por um lado estão as reações alérgicas, algumas delas sérias e excepcionalmente mortais. Outro efeito pode ser que afete o fígado. Este órgão é a principal maneira para eliminar a azitromicina, daí que pacientes com insuficiência hepática seja necessário estudá-los mais exaustivamente para conhecer qual efeito poderia ter essa medicação neles. Outras contraindicações são em pacientes com insuficiência renal grave e naqueles que recebem derivados da ergotamina.

Efeitos Secundários Destes Antibióticos:

É preciso levar em conta que a ingestão destas preparações pode envolver o desenvolvimento de determinados efeitos secundários. É importante conhecê-los antes de tomá-los.

Um dos grupos que mais se preocupa com esta questão são as mulheres grávidas ou em período de amamentação. As primeiras precisam saber que atualmente não existem dados suficientes sobre este tema e a influência da azitromicina nas restantes. Os profissionais sugerem que apenas deveria ser ingerida se compensa o possível e desconhecido risco para a saúde da mulher e do feto.

Quanto a estas últimas, devem saber que este produto é excretado no leite materno. Como não se conhecem os efeitos adversos que podem ter sobre o bebê, o melhor é interromper o tratamento que pode estar sendo seguido. São conhecidos casos de diarreia e infecções, assim melhor evitá-lo, tanto quanto possível.

Há outra série de reações adversas identificadas a partir das quais, pouco a pouco, vão se conhecendo mais detalhes. Entre os efeitos secundários muito frequentes – 1 de cada dez pessoas – da azitromicina está à diarreia, a dor abdominal, as náuseas, a flatulência, os desconfortos abdominais e ter fezes muito soltas.

Como efeitos “frequentes”, com prevalência de entre 1 e 10 pacientes em cada 100, estão à dor de cabeça e os vômitos. Menos normais, mas podem se manifestar estão a candidíase vaginal, nervosismo e insônia, ondas de calor, palpitações, constipação, dores nas costas, dores de cabeça, etc.

Precauções no Tratamento Com Azitromicina:

Quando se detecta qualquer tipo de efeito colateral é importante interromper a administração destes medicamentos e rapidamente procurar um profissional de saúde para que possa avaliar o que está acontecendo. Tampouco é bom abusar deste medicamento se não queremos desenvolver certa resistência aos antibióticos. Apenas devem ser tomados para tratar e prevenir infecções que suspeitamos que sejam causadas por bactérias.

Um terceiro ponto importante em relação ao tema das precauções está nas possíveis interações que podem ocorrer ao fazer a combinação da azitromicina com antibióticos ou outros produtos químicos. É preciso avisar ao médico se você já estiver usando preparados como trióxido de arsênio, ciclosporina, pimozida, teofilina, varfarina, alguma medicação contra a malária ou para reduzir o colesterol, medicamentos para a pressão arterial ou coração, para o HIV, para tratar transtornos psiquiátricos ou contra enxaqueca, entre outros.

Os principais efeitos secundários, os mais comuns, aos quais devemos prestar atenção passam por urticária, dificuldade para respirar, coceira na garganta, ou inchaço da face, lábios ou língua, entre outros. É preciso ter especial cuidado se, depois de começar a tomar azitromicina para ficar saudável se manifesta diarreia líquida ou com sangue, apresenta dores de cabeça intensas, tonturas ou inclusive algum desmaio. Às vezes não se presta atenção a determinados sinais, mas todos eles são importantes quando estamos submetidos a algum tipo de tratamento com medicamentos e antibióticos.

Se tudo corre bem e não acontece nada fora do comum, é preciso seguir o tratamento prescrito pelo médico, pelo tempo orientado. Embora os sintomas nos digam que tudo está melhorando, é importante terminar com o tratamento prescrito por um profissional para garantir a recuperação da saúde.