Parece que alguns alimentos, como frituras, vão direto para as coxas, nádegas e barriga.

Mas outros vão direto para o cérebro e melhoram as habilidades intelectuais: melhoram a memória, aumentam a concentração, atenção, facilitam a tomada de decisões…

Um estudo publicado na revista Neurology mostra que pessoas que consomem determinados alimentos tendem a ter cérebros maiores e mais ativos. E a melhor parte é que o resultado é visto em pessoas mais velhas (75 a 90 anos ou até mais).

Se você quiser viver muitos anos com um cérebro em sua melhor forma, tome nota dos alimentos que você precisa consumir.

Alimento para a mente

O que ajuda o cérebro: a alta concentração de vitaminas B, C, D e E e ômega-3 os ácidos graxos no sangue estão associado a uma melhor capacidade de decidir, organizar, concentrar e orientação no espaço. Além disso, uma maior concentração nos níveis de HDL (o colesterol bom, “lipoproteína de alta densidade”), bem como a luteína e zeaxantina, e antioxidantes.

Alimentos nocivos ao cérebro

Os ácidos graxos saturados (leite, carne) causam danos ao cérebro.

Porém, não basta evitar as gorduras trans. As gorduras saturadas simples, presentes na dieta moderna (leite, carne, salsichas) também danificam as funções intelectuais.

Quanto maior a quantidade de gordura saturada ingerida, mais piora com o tempo desempenho intelectual. Da mesma forma, uma alta ingestão de ácidos graxos monoinsaturados parece proteger as funções cerebrais. Os ácidos graxos monoinsaturados são encontrados no azeite de oliva e abacate.

O que fazer para cuidar bem do seu cérebro

Se você quiser manter a atividade intelectual através da comida boa, então você deve:

Priorizar vegetais ricos em vitaminas e antioxidantes: espinafre, brócolis, abobrinha e em geral todos os legumes coloridos, alimentos ricos em ômega-3, tais como sementes de linhaça (que devem ser moídos antes de consumir, ou então não são digeridos), nozes, salmão e ovos enriquecidos com ômega-3.

Comer menos gordura saturada (carne, laticínios) e gorduras trans (encontradas em óleos hidrogenados).

Comer mais gorduras monoinsaturadas (azeite de oliva e abacate).

As pessoas instruídas têm o mesmo risco de problemas de memória quanto as mais velhas do que aquelas que apenas estudaram. Da mesma forma que o fato de desempenhar uma vida intelectual complexa, que tenha usado muito o cérebro, não faz diferença após a aposentadoria.

Portanto, o seu passado não importa; manter suas boas faculdades intelectuais consiste unicamente em uma boa alimentação seguindo as recomendações anteriores para se manter ativo social, mental e fisicamente.

Nosso estilo de vida é que nos permite conservar nossas funções intelectuais.

Para permanecer jovem, fuja do sofá, retome as atividades saudáveis e seja de carne e osso.