A infertilidade afeta 18,5% dos casais, sendo 40% dos casos, devido às mulheres, 40% homens e 20% devido aos dois ou causa desconhecida.

As tentativas de muitos casais para tratar a infertilidade colidem com uma falha que depende do diagnóstico prévio (causas), do tratamento a ser realizado e das limitações próprias da técnica. Por isso, devem-se conhecer bem as causas em cada caso e ter expectativas claras sobre cada tratamento, sabendo que a taxa de sucesso diminui com a idade da mulher e com a quantidade de vezes que foram submetidas a técnicas de fertilização (até 1/3 de sucesso na 4ª tentativa).

- Fertilização in vitro

Combina-se um óvulo e um espermatozóide em um disco de laboratório. Se o óvulo conseguir se fertilizar, o embrião é transferido para o útero da mulher.

São realizadas mais de 25 mil fertilizações por ano com uma taxa de sucesso de 18,6%. O custo das fertilizações varia.

- Transferência de gametas para as Trompas de Falópio

O ginecologista, mediante um laparoscópio (tubo rígido, fino, oco e com luz) insere diretamente na trompa de falópio da mulher, um óvulo e um espermatozóide, caso seja fertilizado aparecerá no útero o embrião resultante.

São realizados mais de 4.000 procedimentos deste tipo por ano com uma taxa de sucesso de 28%.

- Inseminação Intra-Uterina

É o procedimento mais habitual. Mediante um cateter (tubo) se enviam espermatozóides congelados do marido ou de um doador anônimo para o útero, através da vagina e do colo do útero.

São realizadas cerca de 600.000 inseminações anualmente com uma taxa de 10 % de sucessos (se o esperma é de doador).

- Transferência de zigotos para as trompas de falópio

Os óvulos e os espermatozóides são fertilizados em laboratório (mediante meios de cultura adequados e em tubos) e, em seguida, os zigotos fertilizados são transferidos para as trompas de Falópio usando um laparoscópio.

São realizadas cerca de 1.500 intervenções desse tipo por ano, com uma taxa de sucesso de 24%.  

- Injeção de espermatozóides intracitoplasmática

É realizada com uma pipeta microscópica, mediante a injeção de um espermatozóide do marido em um óvulo. O zigoto fecundado é introduzido no útero.

São realizados 1.000 procedimentos por ano com uma taxa de sucesso de 24%. 

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