O Que é Doença de Parkinson?

É uma doença degenerativa do sistema nervoso manifestada pelo envelhecimento precoce e progressivo de determinadas estruturas que provoca uma deficiência de uma substância química, a dopamina em determinados centros cerebrais. Raramente aparece em pessoas com menos de 40 anos, sendo um pouco mais comum em homens. É algo que provoca rigidez muscular, diminuição da mobilidade, e tremor.

Causas

Como já mencionado, a doença de Parkinson é causada pela deficiência de uma substância química, os níveis corretos de dopamina no cérebro. Embora tenha sido associada a vários fatores genéticos, envelhecimento cerebral e fatores ambientais, como uma substância tóxica utilizada por toxicodependentes que induz a um quadro clínico semelhante, ninguém sabe por que essa doença ocorre.

Sintomas

Tremor: ocorre em repouso, sendo regular e rápido, afeta principalmente as mãos, de forma assimétrica (uma mais que a outra), deixa de realizar um movimento voluntário, desaparece durante o sono.

Rigidez: pelo aumento do tônus muscular, manifesta-se por uma resistência à manipulação (ou seja, por outra pessoa).

Acinesia, ou escassez de movimentos: demora e lentidão na iniciação de movimentos voluntários, desaparecem movimentos automáticos, como balançar o braço ao andar, fala monótona e lenta, afeta a escrita, que é reduzida e se desintegra, também se torna difícil e lento para as atividades diárias (comer, ir ao banheiro ou se vestir).

Doença de Parkinson

Fatores de Risco

Em alguns pacientes, a exposição ocupacional a certos poluentes industriais. Na maioria dos casos, são desconhecidos.

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Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico é feito pelos sinais e sintomas. Existe uma série de doenças que se apresentam com uma clínica semelhante ao Parkinson e são produzidas por medicações, envenenamento por monóxido de carbono ou manganês, etc.

Por isso é muito importante averiguar o paciente que apresentar estes sintomas da doença de Parkinson, para saber se não é algo secundário a uma medicação que está tomando.

Medicação: embora a doença de Parkinson seja crônica, agora existem vários tratamentos que melhoram bastante a qualidade e expectativa de vida. A dopamina (um composto químico cuja deficiência causa Parkinson) não pode ser administrada diretamente, embora precursores possam quando chegam ao cérebro são transformados em substâncias similares com um efeito semelhante ao da dopamina. Portanto, agora é possível compensar este defeito do cérebro com a ingestão dessas substâncias.

Nesses pacientes, o acompanhamento deve ser regular e permitirá dar o melhor tratamento para cada caso, porque, embora as medicações sejam muito eficazes, têm vários efeitos colaterais em longo prazo.

Portanto, deve se tentar controlar com a medicação o menos possível. A resposta inicial é uma característica quase espetacular, mas que gradualmente se torna menos intensa e mais variável.

Atividade: apesar das dificuldades que causa essa doença, os pacientes devem tentar realizar as suas próprias atividades da vida diária.

As dificuldades de andar nesses pacientes podem causar quedas, de modo que é preciso garantir que nenhum obstáculo fique no seu caminho (tapetes enrugados, cabos, etc.).

Possíveis Complicações

As derivadas de sintomas, especialmente quedas.

Prognóstico

É uma doença incurável. O tratamento melhora a qualidade de vida dos pacientes, embora a sua falta de eficácia ou efeitos colaterais seja um grande problema.