É Aconselhável O Esporte Para Tratar A Epilepsia?

É aconselhável o esporte para tratar a epilepsia? Estamos falando de uma doença que se produz quando o cérebro está muito irritado e, portanto, envia sinais anormais para o resto do corpo, o que por sua vez deriva em convulsões.

A epilepsia pode ser devido a um transtorno de saúde ou uma lesão de algum tipo, como um acidente vascular cerebral, infecções, lesões, tumores, problemas metabólicos ou Alzheimer e outras formas de demência.

Esporte Para Tratar a Epilepsia: Sim ou Não?

Embora seja aconselhável fazer alguns exercícios para controlar a epilepsia, existem esportes que são desaconselhados, especialmente naquelas pessoas que não têm a capacidade de controlar as suas crises e, portanto, correm o risco de sofrer um traumatismo severo ou inclusive a morte. São esportes como escalada, surf, caça, corrida, tiro com arco, vela ou paraquedismo.

É Aconselhável o Esporte Para Tratar a Epilepsia?

Como podemos ver, são disciplinas que são praticadas isoladamente e onde toda a atenção do atleta é fundamental para sua segurança e sobrevivência.

Quanto aos esportes de contato, há certa controvérsia já que, por um lado, estes não parecem envolver risco para os pacientes, enquanto que aqueles esportes de contato que, envolvem colisões como o boxe, artes marciais e rúgbi não são aconselhados.

Leia também: "O Óleo de Peixe e a Epilepsia".

O Que Saber Antes de Praticar Esporte Para Tratar a Epilepsia?

No entanto, garantir um plano de exercício para o epiléptico é necessário não apenas para melhorar sua condição física, mas também sua autoestima e sua confiança. Isso se torna fundamental quando falamos de crianças, que às vezes têm mais dificuldade. No entanto, antes de começar com qualquer atividade esportiva é essencial levar em conta algumas questões:

  • O tipo de epilepsia, sua evolução e o tempo decorrido desde a última crise. Uma pessoa que sofre de múltiplas crises e que, portanto, tenha maior risco de queda, deve escolher atividades e esportes que não envolvam mais riscos.
  • A medicação que consome e os possíveis efeitos colaterais que envolvem.
  • Precauções diante da prática desse esporte, como evitar situações que contribuam para o aparecimento das crises, (excesso de esforço, ambiente excessivamente quente), manter hidratado, parar quando estiver muito cansado, não inferir álcool, descansar, pelo menos, duas vezes por semana e dizer aos colegas e treinadores que sofre de epilepsia.

O que você pensa sobre o esporte para tratar a epilepsia? Se você é epiléptico e pratica algum esporte, compartilhe sua experiência conosco.

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