Enquanto sentir ansiedade é uma resposta humana natural e saudável diante de circunstâncias estressantes, quando os medos e temores se tornam excessivos ou alteram a qualidade de vida, o melhor é considerar uma alternativa de tratamento, diz a Clínica Mayo. A seguir os sinais comuns dos transtornos de ansiedade, os tipos de transtornos e por que é importante o tratamento.

Existem vários tipos de transtornos de ansiedade, que oscilam desde uma fobia específica até o transtorno de estresse pós-traumático. Todos os tipos apresentam sinais e sintomas que giram em torno de preocupações ou temores excessivos e se enquadram em três categorias:

Pensamentos: a mente pode ser dominada por pensamentos temerosos a respeito do que poderia acontecer.

Sensações físicas: a pessoa pode apresentar sensações físicas, como taquicardia, sudorese, dor de estômago e sensação de asfixia, tonturas, agitação ou inquietude. Alguns podem interpretar mal essas sensações e associá-las com uma doença grave. Tais sinais e sintomas físicos podem exacerbar certas condições físicas, como a enxaqueca ou a síndrome do cólon irritável.

Comportamentos: as pessoas com transtornos de ansiedade podem evitar sair de casa por medo das multidões, ou às vezes repetir certas atividades, como verificar uma e outra vez a fechadura da porta ou chamar repetidamente entes queridos várias vezes ao dia. Esses comportamentos podem reduzir temporariamente a ansiedade, mas ao longo do tempo, geralmente se convertem em parte do problema.

Entenda e Busque Tratamento para os Transtornos de Ansiedade

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Não devemos negligenciar os sintomas dos transtornos de ansiedade. O primeiro passo, para reduzir o impacto da ansiedade é procurar ajuda, o que inclui se submeter a uma avaliação completa e receber o diagnóstico correto. A ansiedade geralmente se vê complicada ou ofuscada por outras doenças, como depressão, doença cardíaca, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), diabetes e outras condições. Viver com um transtorno crônico de ansiedade pode aumentar o risco de sofrer outras doenças, entre elas, acidente vascular cerebral e doença cardíaca coronária.

O tratamento poderia incluir aprender novas formas de lidar com as situações, conversar com um terapeuta ou administrar medicamentos.