A fadiga crônica ou cansaço crônico afeta mais mulheres do que homens e deve ser curado através de terapias especializadas.

Um grupo de pesquisadores holandeses concluiu que a chamada “síndrome da fadiga crônica” deve ser reconhecida como uma doença, disse o líder do estudo, Els Borst.

Borst, ex-ministro da Saúde, disse a uma rádio holandesa que “não há nada pior do que estar doente e ouvir do seu médico que não tem nada”.

O estudo foi realizado por uma organização, “O Conselho de Saúde”, que realiza análises que são utilizadas como recomendações para o governo holandês.

O relatório afirma que 30 mil holandeses sofrem de fadiga crônica, recomenda, portanto, que o Ministério da Saúde aumente o número de camas em centros especializados para tratar a doença, que aparentemente afeta mais mulheres do que homens.

Pessoas com fadiga crônica por si só não irão curá-la com o repouso, afirma o estudo, mas devem continuar o tratamento para regular suas atitudes e ritmos vitais.