Os Últimos Avanços De Tratamento Para Ela

Os recentes avanços no tratamento para ELA tem contribuído para retardar a progressão desta doença e melhorar de forma significativa a qualidade de vida dos nossos pacientes. Nós vamos especificar a seguir.

É conhecida como ELA a esclerose lateral amiotrófica. Trata-se de uma doença do tipo neuromuscular que provoca uma degeneração seletiva dos motoneurônios, neurônios do sistema nervoso central.

A consequência deste transtorno é uma fraqueza muscular progressiva que se desenvolve até paralisar por completo o corpo do paciente, afetando também sua capacidade de respirar, mastigar, falar ou engolir. No entanto, outras funções como inteligência, sensibilidade ou movimento dos olhos não são influenciadas pela ELA.

Leia também: "Esclerose Lateral Amiotrófica: O Que É?".

Últimos Avanços no Tratamento para ELA

Alguns dos últimos avanços no tratamento para ELA podem ser resumidos nos seguintes pontos:

  • Em 2016, foi descoberto o gene NEK-1, um gene que contribui para o desenvolvimento da doença.
  • No mesmo ano, foi anunciado pelos Estados Unidos que o ensaio com células-tronco para o tratamento de ELA tinha sido positivo e que, durante o ano de 2017, seria iniciada uma nova fase no mesmo projeto.
  • Os hospitais Bellvitge e Vall d 'Hebron de Barcelona e Carlos III de Madri participaram de um estudo clínico internacional (mastinib) com um fármaco que atrasaria em 20% o desenvolvimento da doença.
  • A FDA, ou seja, a Agência de Medicamentos dos Estados Unidos, aprovou um medicamento de aplicação intravenosa que retardaria a progressão da ELA em 15%.
  • Mas, se o grande problema era conhecer a razão pela qual os neurônios morriam, dois pesquisadores do St. Jude Children's Research Hospital e da Clínica Mayo nos Estados Unidos descobriram como morrem.
  • Além disso, a revista Science lançou outro estudo que revela que duas enzimas (DLK e JNK) estão intimamente relacionadas com ELA.

Todos esses avanços no tratamento para ELA parecem dar luz e esperança aos pacientes, familiares e profissionais de saúde. Alguns destes últimos confiam em encontrar a cura definitiva, mas sempre insistem no mais evidente: mais dinheiro é necessário para apoiar as pesquisas.

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