Quão Eficazes São Os Preservativos Para Evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis?

Não existe dúvida de que os preservativos são eficazes na prevenção da gravidez, quando utilizados corretamente. Também constituem uma barreira significativa para evitar as doenças sexualmente transmissíveis (DST), mas este último tem sido questionado, já que não foi comprovada uma eficácia total contra todas as doenças sexualmente transmissíveis, de acordo com este interessante estudo.

Quando se trata de levar uma vida sexual saudável e sem riscos, o preservativo se converteu em um aliado de muitos casais. Está provado que, se usado corretamente e a tempo, é muito eficaz para prevenir a gravidez. Além disso, existem estudos que mostram que uma utilização correta dos preservativos reduz o risco, mas não elimina, de ser infectado com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV).

Além disso, o uso do preservativo é essencial para reduzir a possibilidade de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, tem sido questionado o quão eficaz são os preservativos a este respeito. Além disso, nos Estados Unidos surgiu um novo debate sobre se os rótulos dos preservativos devem esclarecer que não são completamente eficazes, mas que ajudam a prevenir o contágio para evitar que as pessoas assumam que estão totalmente protegidas.

Quão Eficazes são os Preservativos para Evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis?

De acordo com dados fornecidos pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, o uso correto dos preservativos de látex pode reduzir entre 50% e 80% o risco de contrair o HIV e gonorreia. No entanto, de acordo com estudos analisados por estes institutos, a proteção que oferece o preservativo contra outras doenças sexualmente transmissíveis é incerta, devido aos estudos contraditórios e pouco significativos. Dependendo da doença, o preservativo poderia proteger entre 18% e 92%.

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Os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos (CDC), concorda em afirmar que são necessários mais estudos para comprovar a eficácia total dos preservativos para evitar certas DST (doenças sexualmente transmissíveis).

Além disso, advertem que o uso correto e consistente dos preservativos é algo difícil de medir, uma vez que os estudos destinados a isso teriam que analisar comportamentos privados e existem inúmeras variáveis que, finalmente, terminariam descartando a eficácia dos preservativos.

Da mesma forma, é necessário levar em conta que, apesar do preservativo ser utilizado de forma correta, existem doenças sexualmente transmissíveis que são transmitidas mais facilmente do que outras. Além disso, algumas doenças sexualmente transmissíveis são contraídas pelo contato com a pele que não consegue ser coberta pelo preservativo, como herpes e o vírus do papiloma humano (HPV).

De qualquer forma, é muito importante usar sempre um preservativo quando tiver relações sexuais com um novo parceiro, quando você deseja evitar uma gravidez ou quando sabe que o seu parceiro está infectado (o) com uma DST. E, claro, não hesite em consultar o seu médico sobre as medidas que você pode tomar com o seu parceiro para ter uma vida sexual saudável e sem riscos ou para reduzir os seus riscos.

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