Desde o seu aparecimento em 1981, a síndrome da imunodeficiência adquirida ou AIDS tem produzido um grande impacto, o que a converte em uma das doenças mais divulgadas e mais conhecidas pela população em geral.

A AIDS se produz pela infecção de um vírus chamado HIV ou vírus da imunodeficiência humana, que pertence ao grupo dos chamados retrovírus.

Este vírus, uma vez que entra no sangue, é atraído por um tipo de linfócitos, que são células de defesa do nosso sistema imunológico, que tentam identificá-lo e destruí-lo como fazem com qualquer germe que penetre em nosso interior.

Os vírus são estruturas muito simples, por isso, não podem sequer se reproduzir sozinhos; o vírus HIV, uma vez que entra em contato com o linfócito que tenta destruí-lo, não apenas sobrevive ao mesmo, mas é capaz de penetrar em seu interior e utilizar o próprio ADN do linfócito para se reproduzir.

Então, tem à sua disposição a maquinaria de uma célula (neste caso um linfócito) para fabricar à vontade todo o material necessário para produzir cópias de si mesmo. Quando o linfócito está repleto de vírus em seu interior, se rompe, e libera no sangue dezenas de novos vírus para caçar novos linfócitos.

Às vezes os vírus, depois de penetrar no linfócito, permanecem parados em seu interior durante um tempo de latência, até que em um momento determinado e, por razões desconhecidas, começam a replicar. Assim, um indivíduo pode ser soropositivo (ou seja, seus linfócitos tem contatado o vírus da AIDS), mas não sofrer ainda nenhum sintoma da doença.

Leia também: “Como Se Contrai a AIDS“.

O vírus HIV vai destruindo de forma progressiva os linfócitos que vai usando para se reproduzir e, assim, o número destes diminui significativamente. Mas os linfócitos são essenciais para defender o organismo de outras infecções, por isso, ao ir desaparecendo, o indivíduo é mais propenso de ser invadido por outros germes, que “aproveitam” a oportunidade da perda de defesas, e por isso são chamados de germes oportunistas.

Portanto, a AIDS é um conjunto de infecções que aparecem de forma secundária ao dano no sistema imunológico que produz a infecção pelo HIV.

Embora este vírus tenha sido encontrado em muitos líquidos do corpo humano, como saliva, lágrimas, suor e outros, pode-se afirmar que as únicas vias de contágio são: sexual, transfusões sanguíneas ou drogas intravenosas, e a da mãe que infecta o filho durante a gravidez.

Portanto, como tem repetido as campanhas publicitárias em muitas ocasiões, tocar, abraçar ou beijar um paciente de AIDS não representa qualquer risco de contágio. O fato de que você pode ser infectado e não ter ainda sintomas favorece o contágio do vírus para outras pessoas, ao não estar consciente o indivíduo da sua doença.

Depois do contato com HIV, na metade dos casos aparece um quadro semelhante a uma gripe de um par de semanas de duração, que desaparece sem deixar sequelas e sem chamar a atenção do paciente. Entre a 3ª e 10ª semana posterior a infecção já é possível detectar no sangue os anticorpos que o nosso organismo tem fabricado para combater o vírus (o indivíduo já é soropositivo).

Depois aparece um período de latência de meses ou inclusive anos, durante os quais o indivíduo pode levar uma vida normal, até que a doença desperta e começam a aparecer determinadas infecções que não são frequentes entre a população saudável, como tuberculose, pneumonia por germes pouco frequentes, herpes, infecções por fungos, como Cândida ou outras. É então quando podemos dizer que o soropositivo já é um paciente de AIDS.

Além das infecções, a perda de defesas favorece o aparecimento de determinados tipos de câncer, como o linfoma (no sangue) e sarcomas (nos músculos).

Nos estágios finais da doença, as infecções vão se tornando cada vez mais frequentes e graves, junto com uma perda de peso progressiva e uma fraqueza que deixa acamado o paciente.

Leia também: “Sintomas da AIDS“.

Remédios Caseiros Caseiros Para AIDS:

  • Consumir aloe vera que é uma das plantas que tem apresentado melhores resultados.
  • Despeje 50 gramas de raízes secas e cortadas em pedaços da planta unha de gato e uma colher de chá sementes de erva-doce em um litro de água. Ferva durante 5 minutos. Deixe esfriar, coe e beba 3 xícaras por dia, entre as refeições.
  • Usar os remédios de flores de Bach pode proporcionar apoio emocional para os pacientes assustados, deprimidos, irritados ou afetados por outras atitudes negativas. Os remédios devem ser sempre escolhidos de acordo com o humor do paciente, embora seja verdade que há alguns especialmente indicados para este tipo de doença, como o remédio de emergência, leite de galinha ou azevinho.
  • Praticar a cura espiritual ou Reiki. Neste sentido, recomenda-se a estimulação do sistema imunológico. Para isso, coloca-se uma mão sobre o timo: este constitui um centro espiritual e, portanto, absorve energia. A seguir, coloca-se a outra mão sobre o baço para desenvolver o equilíbrio para os chakras terceiro e quarto ao mesmo tempo.
    • Recomendações Nutricionais: Consumir alimentos ricos em vitamina C, que possui propriedades antioxidantes. Encontram-se especialmente nas frutas cítricas e nas pimentas. Ingerir alimentos com vitamina A, presente na carne de fígado bovino e em vegetais, como cenouras, abacates ou manjericão.

      Comer alimentos ricos em vitamina E. As verduras e hortaliças de cor verde, assim como os vegetais ricos em óleo, são os que possuem mais quantidade desta vitamina, como aspargos, alface e espinafre. Ingerir alimentos com zinco, o que melhora a saúde geral do sistema imunológico. É encontrado em aipo, figos, cebolas ou rabanetes, entre outros.

      Consumir alimentos ricos em ferro: os pacientes de AIDS costumam apresentar baixos níveis de ferro, por isso é recomendado consumir alimentos que o contenham em abundância, como espinafre, lentilha, endívias e aipo.

      Recomendações Preventivas: Usar preservativo. Não compartilhar agulhas ou seringas.