A maioria de nós já sentiu uma dor na face anterior da tíbia, depois de uma caminhada mais longa do que o habitual ou um treino mais exigente do que o habitual. Esse desconforto é chamado periostite e é importante saber o que causou e evitar uma tendência crônica. O que é isso? É uma inflamação do periósteo, uma membrana que cobre todas as partes dos ossos (com exceção das articulações) e é composto por vasos sanguíneos e nervos. É esta sua composição, causando fadiga repetitiva antes que possa inflamar e causa dor.

Os Sintomas de Periostite se Manifestam na Forma de:

  • Agulhadas no momento do impacto do pé com o chão ao caminhar e correr.
  • A dor infligida ainda pode personalizar a técnica de corrida.
  • Dificuldade em subir escadas ou até mesmo andando nas fases mais agudas.

Uma vez que a lesão apareceu, e até se recuperar é preciso descansar. Considere-se que nasceu da condição de sobrecarga, por conseguinte, o tratamento para esta condição deve ser aplicado no gelo e durante dez a quinze minutos de massagem com pomada anti-inflamatória. Claro, você terá que visitar o médico ou fisioterapeuta para estabelecer o tratamento mais adequado para essa lesão. É essencial agir contra a periostite. Em atletas que ignoraram seus efeitos ou o aconselhamento médico, acaba por provocar o abandono do esporte.

Como Evitar a Periostite? Continuar Correndo Sem Dor é Possível?

Biomecânica é a Solução:

É melhor prevenir do que remediar. Como evitar? O melhor tratamento sempre será a prevenção, entender o que está causando isso. Quando corremos ou caminhamos, o nosso calcanhar sofre um impacto a cada passo como um martelo, causando uma vibração no esqueleto acima. Essa mesma vibração vai irritando a membrana do periósteo da tíbia causando a inflamação. Caminhar ou correr com um movimento errado, está por trás da lesão. Evitar seu aparecimento trará grandes benefícios para a saúde, poupando uma inflamação e mantendo a vida diária com uma atividade normal.

O melhor aliado para interromper esse problema é a biomecânica para agir contra a periostite abrangendo várias fases:

Primeira fase. Estudo dos passos. O paciente caminha sobre uma esteira de pressões, equipado com sensores que registram dados sensíveis sobre a pressão que seu pé exerce contra o solo e desenha um diagrama dos seus passos.

Segunda Fase. Obstrução da lesão. É hora de colocar barreiras contra o movimento prejudicial projetando um modelo totalmente personalizado.

Terceira fase. Aconselhamento e acompanhamento. É essencial para assessorar o paciente sobre os aspectos da sua rotina que deverá evitar: sobretudo, sapatos com pouco amortecimento e um caminho difícil.

Quarta Fase. Controle de Processos. Periodicamente ir ao centro para verificar o estado e reexaminar nossa pegada para verificar o seu progresso.

Após o processo, teremos nos reeducado com nossos esforços para intervir de forma saudável. Nosso corpo é projetado para fazer longas sessões de corrida, andar sem desconforto, o que acontece é que o tipo de áreas para as quais estamos acostumados a caminhar e o modelo dos calçados que usamos não são na maioria dos casos muito benéficos para os nossos pés e com isso forçados a se mover de maneira prejudicial.

Biomecânica corre para o lado oposto: ela observa a movimentação do pé de volta, mas desta vez para forçá-lo a entrar em trilhos imaginários com passos equilibrados. A detecção precoce, no caso de dores nas canelas para evitar seus efeitos devastadores e andar e correr sem medo de lesão. Não é o nosso corpo que impõe limites são os nossos maus hábitos. Voltemos aos passos equilibrados.