O Que é Pneumonia?

A infecção pulmonar é causada por bactérias, vírus ou protozoários. Eles afetam todas as idades, em pessoas imunodeprimidas e fracas.

Causas

As bactérias mais comuns que causam pneumonia são o Estreptococos pneumoniae, ou pneumococo, o mais comum em pessoas previamente saudáveis, Haemophilus influenzae comum em pessoas acima de 50 anos, com DPOC e alcoolismo.

Muitas bactérias são capazes de fazer ninho nos pulmões e causar pneumonia, mas são menos frequentes.

Entre os organismos, as bactérias e os vírus, os mais comuns são: Mycoplasma pneumoniae especialmente em adolescentes e jovens.

Pneumonia em pessoas em contato com aves (psitacídeos e passeriformes especialmente).

Entre os vírus que a pneumonia causa, o mais comum é a gripe, seguidos por aqueles que produzem erupções (sarampo, rubéola e varicela).

Além disso, protozoários (Pneumocystis carinii) e dos fungos Aspergilos spp pode produzir a pneumonia.

Como pode ser visto, os organismos capazes de causar pneumonia são vários.

Sintomas

Vamos discutir a pneumonia “clássica”, produzida pelo pneumococo: dor de cabeça, calafrios e febre até 40°C, dor severa, dores musculares, tosse com cor de ferrugem escarro progressivo tornando-se ainda sangrentos, náuseas, vômitos, diarreia, perda de apetite, estado mental alterado com confusão e letargia ou delírio, perda de peso.

Pneumonia

Fatores de Risco

• Idade mais avançada.

• Doenças crônicas, incluindo: diabetes mellitus, insuficiência renal crônica ou enfisema.

• Tabagismo.

• O consumo excessivo de álcool.

• Usar medicamentos imunossupressores, incluindo: cortisona e medicação anticâncer.

• Imunossupressão causando doenças, como: AIDS, leucemia e linfoma.

Prevenção

• Vacine-se contra, se você pertence a um grupo de riscos contra pneumococo. Consulte o seu médico.

• Evite multidões.

• Não fume.

• Não tome mais do que 1 ou 2 bebidas por dia no máximo.

Leia também: “Pneumonia em Crianças: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento“.

Diagnóstico e Tratamento

Os testes de diagnóstico incluem: exames de sangue, raio x, culturas de escarro e broncoscopia (introdução de um tubo flexível pela boca até aos pulmões, para a exposição e amostragem).

O tratamento pode exigir antibióticos ou cuidados de suporte. Em casos graves, a internação é necessária para os cuidados intensivos e a administração de oxigênio.

As diretrizes a seguir serão aplicadas para os casos leves ou para o cuidado após a hospitalização:

Medidas gerais: use um umidificador para aumentar a umidade do ar e facilitar a remoção de secreção pulmonar, através da tosse. Faça limpeza do umidificador diariamente.

Use compressas mornas ou uma almofada de aquecimento para o peito para aliviar a dor.

Você pode tomar aspirina ou paracetamol para reduzir a febre.

Medicação: os antibióticos, quando o médico prescrevê-los por um período de duas a três semanas.

Certifique-se de completar todo o tratamento prescrito.

Se a tosse é dolorosa e não produz escarro, o médico pode recomendar medicações para eliminar a tosse.

Em geral, não usam o supressor da tosse quando esta produz escarro.

Atividade: faça exercícios de respiração profunda sempre que a sua força permitir.

Dieta: beba líquidos, vai ajudar a produção e expulsão de escarro.

Possíveis Complicações

• Choque ou delírio.

• Insuficiência cardíaca congestiva.

• Alterações do ritmo cardíaco.

• Infecção generalizada e morte.

Prognóstico

Geralmente curável com diagnóstico e tratamento.

Se não for tratada, pode ser fatal. Aqueles que aparecem em pessoas enfraquecidas por outros processos, o prognóstico é sombrio.