Os sintomas múltiplos, dor crônica, fadiga constante, problemas cognitivos de sono… Os sintomas desta doença, que afeta entre 2% a 4% da população, são muito diversos. No entanto, dores musculares são comuns a praticamente todos os pacientes e, portanto, servem como uma pista para o diagnóstico.

Quanto ao tratamento, este se assenta em quatro pilares: educação do paciente, que deve aprender a conhecer e aceitar os seus sintomas da doença, a terapia cognitivo-comportamental, que ensina a viver melhor com o fardo da doença, incluindo dor atividade, físico crônico, uma pessoa deve praticar, sempre de forma adequada, apesar do cansaço, e medicação para controlar a dor e humor.

Estabelecer subgrupos de pacientes para tratá-los melhor.

Leia também: “Fibromialgia – A Máxima Expressão da Dor Fibromialgia“.

As dores da fibromialgia podem variar em níveis de intensidade dependendo do paciente, em quais são os pontos do corpo afetados, em qual o estágio da síndrome se encontra naquele momento, se está ou não em crise, pelas condições do clima, do equilíbrio hormonal (nas mulheres), do estado psicoemocional, entre outros fatores.

As dores podem variar desde uma simples sensação dolorosa até níveis insuportáveis ao toque da(s) área(s), ao movimento ou também com o corpo inerte (parado). Podem-se manifestar por períodos de horas, dias, meses ou permanentemente.

Fibromialgia: O Melhor Exame ou Teste Para Detectar a Fibromialgia

O estado de fadiga física, que é expressa por uma redução da atividade física, avaliada pela diminuição da velocidade de passagem.

O estudo deste teste inovador foi publicado na revista BMC os Distúrbios Osteomusculares e serve como um complemento aos tradicionais testes clínicos que podem diferenciar os subgrupos de pacientes, ou seja, com sintomas diferentes. O objetivo final é uma realização do tratamento da fibromialgia e adaptar-se às categorias de pacientes.